Mudanças

Mesmo com o projeto do blog concluindo vou continuar colocando as mudanças que farei na matéria aqui.  Essa primeira mudança acrescentou opiniões de dois médicos especializados no assunto e mudou um pouco a matéria , o professor queria que ela ficasse mais com cara de reportagem do que de um texto literário. Ainda não estou satisfeita como trabalho e espero continuar fazendo pequenas mudanças até encontrar um ponto final.

O que faz você feliz?

Como dançar contribui para a saúde mental da terceira idade

Por Laíssa Barros

Enquanto passamos nosso domingo a noite assistindo televisão, inúmeros senhores e senhoras da melhor idade aproveitam-na para dançar. Nos bailes da terceira idade os idosos têm a oportunidade de vivenciar experiências importantes para a saúde mental.

No baile da Vida Teixeira, em Campinas, o ambiente é agradável e considerado por muitos familiar. Um grande salão rodeado de mesas e ao centro uma enorme pista de dança. A banda já é conhecida. A música começa e o vazio que antes existia é preenchido por pares de senhores de idade já avança. Mesmo na terceira idade não deixam de lado a elegância. Muito bem arrumados, os casais dos mais variados tipos, se entregam ao som e deixam os pés deslizarem e rodopiarem, como se fosse uma regra, na pista de dança.

“Dançar ajuda na minha saúde mental”, confidência Dona Maria José Oliveira, 74, aposentada. Viúva pela segunda vez encontrou no baile um modo de não ficar em casa sozinha remoendo o passado. “Agora tenho um parceiro de dança”, afirma a aposentada que encontrou um namorado no baile. O compromisso iniciou-se há dois anos, a partir de um convite para uma única dança, e desde então não pararam de dançar juntos. Mário Augusto Pereira Neto, o Marinho, também encontrou uma namorada. “Depois de três anos me paquerando ela me chamou pra dançar. Separado a mais de vinte anos o marceneiro de 70 anos é presença confirmada todo domingo na pista de dança. “Hoje ela não veio, brigou comigo e tive que ir sozinho”. Encontrar um novo amor é um objetivo a mais para quem sai de casa rumo ao baile. “Dançar é importante e se alguma paquera rolar é melhor ainda” diz Marinho.

O coordenador do departamento de geriatria da Associação Brasileira de Psiquiatria, Sergio Blay, afirma que os bailes são úteis para o convívio social, para a estimulação da autonomia e para evita a solidão. Prova disso é Florinda Mariato Santler, 80, dona de casa. “Passar o tempo aqui é muito divertido, só venho mesmo olhar o pessoal dançar e às vezes até arisco um passinho, como sou sozinha aproveito o baile para conversar com outras pessoas”.

Juliano Rubatino, piscogeriatra, diz que os bailes são de fundamental importância nos dias de hoje para a melhora da qualidade de vida dos idosos. “Com a dança podemos promover uma atividade física regular, uma melhora na cognição e no humor. Os idosos que vão aos bailes sentem-se menos sozinhos e mais úteis. Como a solidão tem sido reconhecida como um fator de risco para o desenvolvimento da Doença de Alzheimer, todo evento social que promova integração é útil para a prevenção desta enfermidade. Além de diminuir a incidência de depressão, que é muito comum na terceira idade”, completa Rubatino.

Enquanto aproveitam as horas do domingo, os senhores e senhoras buscam apenas se divertir, sem compromissos ou cobranças. O que faz feliz esse grupo de pessoas é ter um lugar para esquecer que o tempo lá fora está passando rápido de mais. É aproveitar a boa musica, a conversa gostosa e a dança. E sentir acolhido, sentir-se locado e não deslocado com toda a tecnologia e todas as mudanças da sociedade. E mais que isso, é sentir vivo, ativo, participativo, provedor de sua felicidade e admirar a felicidade em casa passo de bolero, valsa, samba, tango e tantos outros ritmos.

29/06/2010. Uncategorized. 1 comentário.

Eu não vim até aqui pra desistir agora!

Será mesmo que tudo tem um fim? Uma matéria acaba quando ela termina?

Depois de mais ou menos um mês de dedicação a uma única matéria , exista muita coisa a se contar.

Quando me perguntam sobre a dificuldade da matéria não consigo escolher algo que foi mais difícil. Quando você esta envolvida em algo desse tipo tudo fica mais difícil.

Primeiro passo é encontrar uma matéria que realmente tenha a ver com algo que você quer saber, no meu caso a matéria estava a frente dos meus olhos durante muito tempo, então resolvi sanar minha curiosidade e ver como realmente era. Mas muitas vezes já passei dias procurando algo que fosse significativo para mim.

Segundo é ir a campo e entrevistar pessoas que possam oferecer conclusões úteis para o seu trabalho. Essa parte foi bem interessante, conhecer as pessoas realmente é muito enriquecedor , além de dar aquele frio na barriga e aquela vergonha básica inicial, quando você tem que abordar alguma pessoa e entrevista-la. Nunca “sofri” de timidez, justamente quando entrei na faculdade de jornalismo comecei a sentir isso.

Sentar e  colocar tudo no papel também tem sua dificuldade, nessa parte a concentração é quem sofre vários abalos. Tudo é motivo para ser clicado  e a janelinha do word vai ficando, ficando, ficando,  até que o relógio mostra que realmente está na hora de concluir a  matéria e mandar pra o professor. Não é que eu estivesse com preguiça , mas sim com medo, agente pensa tanta coisa e imagina tantas outras e quando vai reunir tudo parece que não vai nem pra frente nem pra trás, ou ainda pior, não fica do jeito que queríamos ou imaginávamos.

Quando a matéria já está pronta é que meus nervos ficam cada vez piores, acho que sou muito auto-crítica, sempre penso devia ter colocado tal coisa ou tirado outra, mesmo que as vezes recebo elogios pelo meu trabalho ( as raras vezes) não consigo enxergar o quão bom está. Tenho que melhorar isso!

 Se eu não tivesse mais nenhum trabalho, prova, e outras coisinhas a mais pra fazer e tivesse tempo para me dedicar 100% a essa matéria acho que ela teria ficado muito  melhor. Com um tempo maior poderia ter ido mais vezes nos bailes, poderia ter entrevistado e conhecido muitos outros personagens, poderia ter feito fotos melhores, poderia emendar outros assunto que tenham a ver com as pessoas da terceira idade.

Mesmo com todas as dificuldades eu aprendi muito, nunca tinha me envolvido tanto com uma matéria como  me envolvi com essa , e também gostei muito de contar tudo o que acontecia durante o tempo em que eu tive que trabalhar nessa matéria aqui no blog. É muito bom contar para alguém (mesmo que seja uma pessoa imaginada) seus progressos, suas impressões, sua felicidade em realizar algo.

Como disse eu disse no título do post, eu não vi até aqui pra desistir agora! Depois que meu professor corrigir a matéria vou tentar melhora-la. Depois disso vou tentar continuar a matéria. Quero chegar mais próximo do que eu realmente goste, sabe quando você lê algo que você escreve e diz :  poxa amei isso ! Foi muito bom fazer e agora ficou muito boa! Pode ser que isso demore muito tempo, muitos anos, sei lá quando isso vai ficar do jeito que eu goste! Quando esse tempo chegar aí sim vou mandar para algum veículo publicar. E assim chego a conclusão de que a matéria não chega no fim quando ela termina, sempre tem como fazer um no fim,meio e começo.

07/06/2010. Uncategorized. Deixe um comentário.

O que faz você feliz?

Essa é a matéria escrita pronta , que foi entregue ao professor e responsável pelo Fala Barão. Espero que gostem e comentem.

O que faz você feliz?

Por Laíssa Barros

Enquanto passamos nosso domingo a noite assistindo televisão, inúmeros senhores e senhoras da melhor idade aproveitam-na para dançar. Os bailes de idosos são mais freqüentes do que a maiorias das pessoas imaginam. Lá os senhorzinhos e senhorinhas têm a oportunidade de vivenciar experiências importantes para a saúde mental da terceira idade.

O ambiente é agradável e considerado por muitos familiar. Um grande salão rodeado de mesas e ao centro uma enorme pista de dança. A banda já é conhecida. A música começa e o vazio que antes existia é preenchido por pares de senhores de idade já avança. Mesmo na terceira idade não deixam de lado a elegância. Muito bem arrumados, os casais dos mais variados tipos, se entregam ao som e deixam os pés deslizarem e rodopiarem, como se fosse uma regra, na pista de dança.

“Se eu disser que isso é um exercício físico estou mentido, dançar ajuda na minha saúde mental”, confidência Dona Maria José Oliveira, 74, aposentada. Viúva pela segunda vez encontrou no baile um modo de não ficar em casa sozinha remoendo o passado. “Casar novamente eu não quero, mas agora tenho um parceiro de dança”, afirma a aposentada que encontrou um namorado no baile. O compromisso iniciou-se há dois anos, a partir de um convite para uma única dança, e desde então não pararam de dançar juntos. Mário Augusto Pereira Neto, o Marinho, também encontrou uma namorada. “Depois de três anos me paquerando ela me chamou pra dançar. Separado a mais de vinte anos o marceneiro de 70 anos é presença confirmada todo domingo na pista de dança. “Hoje ela não veio, brigou comigo e tive que ir sozinho”. Encontrar um novo amor é um objetivo a mais para quem sai de casa rumo ao baile. “Dançar é importante e se alguma paquera rolar é melhor ainda” diz Marinho. Florinda Mariato Santler, 80, dona de casa, vem só com objetivo de dançar. “Passar o tempo aqui é muito divertido, só venho mesmo olhar o pessoal dançar e às vezes até arisco um passinho”.

Marisa Aparecida, 59, babá, aproveita o intervalo entre uma música e outra para apresentar a um “inexperiente” casal ao resto dos colegas do baile. “Todo mundo conhece todo mundo, mas a amizade não continua fora daqui”, afirma Aparecida. Apresentações feitas uma nova música começa e o grupo vai dançar. Essa informação é muito importante. A vida fora do baile só é relevante fora dele. Enquanto aproveitam as horas do domingo, os senhores e senhoras buscam apenas se divertir, sem compromissos ou cobranças.

O que faz feliz esse grupo de pessoas é ter um lugar para esquecer que o tempo lá fora está passando rápido de mais. É aproveitar a boa musica, a conversa gostosa e a dança. E sentir acolhido, sentir-se locado e não deslocado com toda a tecnologia e todas as mudanças da sociedade. E mais que isso, é sentir vivo, ativo, participativo, provedor de sua felicidade e admirar a felicidade em casa passo de bolero, valsa, samba, tango e tantos outros ritmos.

31/05/2010. Uncategorized. Deixe um comentário.

Na tela da tv …

Essa é uma pauta. Tive que entrega-la para a  matéria de telejornalismo.  Fizemos esse “esqueminha” para quando formos realizar a matéria  tudo já esteja organizado. O réporte vai ter essa pauta e a partir dela vai gravar a reportagem para o jornal na tv. Espero que gostem e comentem.

Matéria de Comportamento : Baile da Terceira Idade ou da Melhor Idade

Objetivo/Encaminhamento/Enfoque

O objetivo da matéria é mostrar os motivos que levam os idosos a freqüentar bailes, intitulados para terceira idade.

As percepções do repórter e as informações colhidas por ele, através das entrevistas com os freqüentadores, são importantes para a construção da matéria.

Boas imagens do local são importantes. Procurar casais em momento de “paquera”, pessoas conversando enquanto tomam uma cerveja, um senhor convidando uma senhora para dançar ou vice e versa os passos dos casais dançando ao redor do salão. Depoimentos dos “personagens chaves”, dizendo o quão importante a dança e o ambiente são para a saúde mental dele.

Entrevistados

Marisa Aparecida, 59, babá

Maria José Oliveira, 74, aposentada

Florinda Mariato Santler, 80, dona de casa

Mário Augusto Pereira Neto, o Marinho, 70, marceneiro

Dados

Os entrevistados disseram que freqüentar o baile ajuda na saúde mental e no convívio com outras pessoas da mesma idade.

Muitos amores e desamores surgem a partir de um convite para uma dança, mas foi constatado que amizades feitas no local não são continuas fora dele.

O importante para os senhores e senhoras é a diversão e ter um momento de sua vida para esquecer o dia-a-dia.

As pessoas vão muito bem vestidas e consideram o ambiente familiar, muitos já se conhecem há muito tempo, e estão todo domingo no baile.

Dançar realmente é o maior motivo para que os senhorzinhos e senhorinhas saiam de suas casas para o baile.

Uma informação peculiar é o freqüente número de pessoas comprometidas que freqüentam os bailes sem os parceiros saberem.

Existem os bailes da Vila Teixeira, do Jardim Aurélia, e o da R. Regente Feijó (mais conhecido como Camões), além dos que são realizados esporadicamente por associações de bairros ou similares.

Normalmente os bailes são realizados aos dominhos das 18h às 22h. Outros horários freqüentes são as sextas- feiras e as segundas-feiras no horário da tarde, entre as 14h às 18h.

O baile específico para essa matéria seria o da Vila Teixeira no domingo à noite. O ingresso custa R$6,00 e pode-se comprar bebidas e comidinhas por um preço tranqüilo para qualquer bolso.

28/05/2010. Uncategorized. Deixe um comentário.

O que tem para o jantar?

Resolvi fazer um resumindo básico de tudo que aconteceu des que nasceu a idéia da reportagem até o dia de hoje, dia de mandar a matéria para o professor.

Durante todo esse tempo, fiz muitas descobertas. Descobri a importância da percepção do jornalista, a importância integral da entrevista, a importância das imagens. Entendi que quando você tem muito material sobre o assunto fica até mesmo fácil de escreve-lo. Vi que “abrir o coração e se envolver com a matéria” é gostoso demais.

Após escolher o assunto e conversar com meus professores ( sim foram vários, mas de 3) fiquei matutando eternamente como seria encontrar esse lugar desconhecido e essas pessoas. Mas, quando entrei no baile tudo mudou, foi tão divertido e tão mais simples do que eu imagina que tudo foi fluindo normalmente. Adorei conhecer esses senhores e senhoras tão alegres que tem milhares de histórias para contar. Foi tão bonitinho ver eles dançando, rodopiando, trocando olhares e sorrisos, conversando, enfim, vivendo com felicidade.

As fotos vão ficar como lembrança dessa reportagem que eu adorei fazer. Escrevi ela e o professor ainda não corrigiu. Não se escrevi tudo que eu queria como eu queria, só sei que o prazo acabou e não há mais tempo para pensar como seria se fosse de outro jeito. Depois da correção posso mudar o que o professor não gostar ou não achar necessário para o enfoque e tudo mais. Posso até reescreve-la, quem sabe?

Agora é só esperar os próximos capítulos dessa emocionante história (desse jeito para um filme da sessão da tarde)!

Então é isso! Hoje o que tem para jantar, almoçar , lanchar e tudo mais é colher todos os pensamentos e experiências  des do começo até esse momento e escrever a matéria.

28/05/2010. Uncategorized. Deixe um comentário.

Uma imagem vale mais que ….

A importância das imagens para minha matéria é significativa. Sem elas o publico leitor (espero que ele exista) tem base para entender o que com as palavras eu quis dizer sobre o assunto. Segue abaixo então fotos INÉDITAS!

28/05/2010. Uncategorized. Deixe um comentário.

É dada a largada …

Estou tendo uma experiência que nunca tive,  fazer uma mesma matéria para varias disciplinas. É interessante, cada disciplina necessita de um enfoque diferenciado:

Para radiojornalismo a matéria tem que ser simples,  tenho que me preocupar não só com a escolha de palavras menos sofisticas mas também como o objetivo do radiojornalismo, aqui o importante são os depoimentos dos participantes do baile.

Já na matéria para o Fala Barão  tenho que me preocupar em passar as informações necessárias para o leitor do jornalismo impresso ou digital. As fotos são importantes mas o enfoque principal será o texto que farei a partir de hoje.

Para o telejornalismo as imagens são ecenssiais , mostrar ao publico como é o baile é o objetivo.

Como o primeiro prazo que tenho é entregar a matéria para o Fala Barão, a partir de agora tenho que me concentrar no texto e incia-lo. Essa é a parque que mais tenho dificuldade. Não é apenas porque tenho que passar tudo que pesquisei para o computador, sofro mais em como vou fazer isso. Tenho vontade de escrever um texto em primeira pessoa relatando minhas observações, só que para o Fala Barão texto tem que ser uma notícia e por isso feito de um modo diferenciado .

Dar os primeiros toques no teclado e ver nascer uma nova matéria é excitante e ao mesmo tempo amedrontador, afinal muitas pessoas podem ler o que você escreveu. Quando estamos sendo testados, ou seja, uma nota vai para o meu boletim pela matéria que estou fazendo, é pior.

Algumas outras fotos podem expressar o que encontrei ao ir ao baile da terceira idade, enquanto meu texto ainda não está pronto elas podem dar algumas pistas sobre ele.

24/05/2010. Uncategorized. 2 comentários.

Além do que se vê …

É engraçado como temos uma visão completamente distorcida das coisas. Imaginamos que os senhores e as senhoras vão passar algumas horinhas de seu dia , por puro divertimento e sem nenhuma malícia, em um agradável ambiente familiar de dança. Não pensamos nas inúmeras intrigas e histórias que esse pequeno local abriga. Não. Minha impressão não é negativa. É divertido escutar os “causos” dos bailes. Senhores de idade trocando más palavras por um esbarro em uma dama com quem um deles estava dançando. Idosos comprometidos que escondidos “pulam a cerca” nos “bailes”. Pessoas que gostariam de contar suas experiências de vida e outras que buscam uma saúde mental melhor. Acho impossível contar todas as percepções que tive, além do mais, fui convidada pelos senhorzinhos e senhorinhas a continuar buscando novas informações em outros “bailes”. Isso também é um dos pontos interessantes, não sabia a infinidade de “bailes” espalhados pelos bairros de Campinas.  Para complementar minha eterna busca em entender o que acontece nesses bailes e o que e leva os idosos a frequentar esses lugares, resolvi procurar um psicogeriatra e conversar com ele sobre o assunto.

17/05/2010. Uncategorized. 1 comentário.

Mais do que eu esperava

Hoje eu entrei. Quando parei em frente fiquei com receio, mas dei uma espiadinha pela porta e vi vários casais dançando e sorrindo. Tomei coragem e entrei, o responsável pelo “evento” me perguntou se iria sair em algum veiculo, quem me dera pensei, mas ele disse que se fosse não poderia me liberar- “muitos vem sem a mulher saber” –  ele me alertou. Essa não era a recepção que eu esperava, mas entrei e fiquei observando. A banda tocando e os casais rodopiando pela “pista” de dança.  Confesso que não sabia como começar, fiquei olhando para a carinha de cada um, até que uma senhora muito risonha me permitiu conversar com ela. Depois disso fiquei amiga de vários. Nossa, quanta coisa eu ouvi, altos papos! Tenho certeza que eu vou ter que ir mais vezes ou até mesmo em outros “bailes”, como os dançarinos recomendaram, ” de sexta é mais dançante e domingo só vem mais casalzinho” me disse uma senhorinha. Consegui tirar umas fotos, apesar de algumas pessoas não me deixarem tirar, mas essa é outra história.

10/05/2010. Uncategorized. 2 comentários.

Sempre esteve lá

Em frente ao ponto de ônibus des dos meus 7 anos eu lia a faixa dizendo que exatamente ali havia um “baile”. É estranho como durante 12 anos eu passei todos os dias bem em frente e nunca entrei. Mas também o que eu faria em um “baile”, afinal o que seria esse tal “baile”? Senhoras mais velhas que minha mãe e mais novas que minha vó sempre entravam bem vestidas e alegres. Eu sempre só observei. Os senhores muito bem educados levavam as senhoras até o ponto de ônibus e quando ele chegava davam um beijinho e  faziam um aceno do lado de fora do transporte em que a “amada” era levada de volta para a casa.

O problema nunca foi encontrar uma pauta, o problema sempre foi como desenvolve-la e fazer com que a matéria fique “gostosa” de ser lida. Sabe aquela sensação de ter lido uma coisa muito interessante que não foi escrita apenas por ser escrita, mas que quem a fez ficou muito feliz com o resultado? Esse sempre foi o meu medo, fazer uma matéria chata que nem eu consiga gostar.

Talvez o assunto de inicio não seja muito agradável, talvez seja para algumas pessoas, acho que a primeira afirmação é mais realista do que a segunda. Vou fazer de tudo para que a concepção dos que preferem a primeira afirmação mude. Talvez eu  não vá fazer de tudo , tudo , tudo mesmo, mas vou tentar .

Idosos dançando, cantando, namorando, se conhecendo , não são assuntos que  normalmente as pessoas deem uma parte de seu tempo para ler. Quem sabe eu possa mudar essa ideia e fazer uma matéria super interessante, interessante para mim e para os outros. No momento eu gosto muito dessa pauta, acho que tenho muita coisa pra mostrar, coisas que eu mesmo quero descobrir e coisas que quero mostrar.

Diante de todos os “queros”, escolho “o quero” que minha pauta seja gostosa de se ler e de se fazer.  Acho que isso é tudo (ou nada ou mais ou menos) por enquanto.

au revoir

03/05/2010. Uncategorized. 1 comentário.

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